<i>Cimianto e Novinco</i>
Os trabalhadores da Cimianto (Alhandra) e da Novinco (S. Mamede de Infesta) concentraram-se, anteontem, junto ao Tribunal do Comércio, em Lisboa, em defesa da retoma da laboração nas suas empresas, dos postos de trabalho e dos seus direitos.
«Apesar da produção estar parada desde o início do processo de insolvência, em Maio passado, os trabalhadores nunca deixaram de comparecer nas fábricas, cumprindo os horários normais de trabalho, recusando no geral a suspensão dos contratos de trabalho pretendida pela administração, dando um sinal no plano interno e também para o exterior de que não desistem de considerar a empresa viável (com outra administração e outra estratégia de gestão) e necessária para o desenvolvimento da economia do País», informa, em nota de imprensa, o Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de Cerâmica, Cimentos e Similares do Sul e Regiões Autónomas.
«Apesar da produção estar parada desde o início do processo de insolvência, em Maio passado, os trabalhadores nunca deixaram de comparecer nas fábricas, cumprindo os horários normais de trabalho, recusando no geral a suspensão dos contratos de trabalho pretendida pela administração, dando um sinal no plano interno e também para o exterior de que não desistem de considerar a empresa viável (com outra administração e outra estratégia de gestão) e necessária para o desenvolvimento da economia do País», informa, em nota de imprensa, o Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de Cerâmica, Cimentos e Similares do Sul e Regiões Autónomas.